
ADIRAIA — Uma força motora para o desenvolvimento do Interior Raiano

A DCTR leva a “Dança pela Inclusão” à Feira da Diversidade 2026
Na edição de 2026 da Feira da Diversidade, vamos apresentar uma sessão especial inspirada no documentário “Quem se Importa?”, um filme que se tornou um movimento global dedicado a mostrar que qualquer pessoa — independentemente da sua origem, contexto ou recursos — pode transformar o mundo.
Realizado por Mara Mourão e narrado por Rodrigo Santoro, o documentário apresenta histórias reais de empreendedores sociais de vários países, incluindo nomes como Muhammad Yunus, Bill Drayton, Bart Weetjens, Eugênio Scannavino, entre outros. São pessoas que, perante problemas profundos das suas comunidades, decidiram agir. Não esperaram por soluções externas: criaram‑nas.
A mensagem central do movimento é simples e poderosa: quando alguém se importa verdadeiramente, é capaz de provocar mudanças profundas — na sua vida, na sua comunidade e no mundo. O filme convida-nos a refletir sobre o sentido de viver em sociedade, sobre a responsabilidade que partilhamos e sobre a importância de agir mesmo quando não somos diretamente afetados por um problema.
Porquê trazer “Quem se Importa?” para a Feira da Diversidade?
A Feira da Diversidade é, por natureza, um espaço de encontro entre culturas, talentos, territórios e formas de estar no mundo. É um evento que celebra a criatividade, a inclusão e a participação ativa na comunidade.
A sessão Quem se Importa? surge como um complemento natural a esta missão:
inspira ação social e cidadania ativa
mostra exemplos reais de transformação
demonstra que impacto não depende de recursos, mas de atitude
convida cada participante a refletir sobre o seu papel na comunidade
É um momento para parar, pensar e sentir — e, sobretudo, para perceber que todos temos a capacidade de gerar mudança.
A dinâmica da sessão
A sessão será estruturada em três momentos:
1. Exibição do documentário
Serão apresentados trechos que ilustram diferentes formas de empreendedorismo social, desde microcrédito a projetos ambientais, passando por iniciativas culturais e comunitárias.
2. Conversa guiada: “E eu, o que posso fazer?”
Inspirada na proposta pedagógica do movimento, esta conversa convida o público a refletir sobre:
problemas que reconhecem na sua comunidade
talentos e recursos que já possuem
pequenas ações que podem iniciar
formas de colaboração com projetos existentes
O objetivo não é apenas inspirar, mas ativar.
3. Desafio final: compromisso de impacto
Cada participante será convidado a escrever uma pequena ação concreta que se compromete a realizar nas semanas seguintes. Pode ser algo simples — ajudar um vizinho, apoiar uma associação local, reduzir desperdício, iniciar um projeto escolar — desde que seja real e realizável.
Uma sessão para quem acredita que o mundo muda pelas mãos de todos
“Quem se Importa?” não é apenas um filme. É um movimento que já passou por dezenas de festivais internacionais e continua a inspirar pessoas em todo o mundo a agir.
Ao trazê-lo para a Feira da Diversidade, queremos reforçar a mensagem de que a inclusão, a criatividade e a participação cidadã são forças transformadoras.
Esta sessão é um convite aberto: para quem quer fazer mais, para quem quer começar, para quem acredita que o mundo muda quando alguém decide importar‑se.

Empreendedores Sociais retratados no filme
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| PREMAL SHAHKiva Estados Unidos |
IBJ | WELLINGTON NOGUEIRADoutores da Alegria Brasil | BART WEETJENSApopo Tanzânia |
RODRIGO BAGGIOCDI Brasil | VERA CORDEIROSaúde Criança Brasil | EUGÊNIO SCANNAVINOSaúde e Alegria Brasil |
MARY GORDONRoots of Empathy Canadá |
| DENER GIOVANINIRenctas Brasil |
AL ETMANSKIPlan Canadá | JEHANE NOUJAIMPangea Day Estados Unidos | JOAQUÍN LEGUÍAAnia Peru |
ISAAC DUROJAIYEDMT Mobile Toillets Nigéria | JOHN MIGTONJump Canadá | OSCAR RIVASSobrevivência Paraguai |
“Quem se importa” tem o poder impressionante de fazer diferença, de afetar a posição de cada um que o assiste. Ele consegue isso por meio de uma interpelação ética sobre o sentido de viver em comunidade, de se importar com os problemas do mundo, mesmo quando não se é diretamente implicado em algum tipo de sofrimento. O filme faz sentir e pensar ao mesmo tempo.




















